A radiação UVB tem grande importância na produção de vitamina D, mas depois de prolongada exposição da pele sem proteção, pode haver o aparecimento de vermelhidão, bolhas, manchas, inchaços e ao longo do prazo, câncer de pele.
A radiação UVA, responsável pelo bronzeamento, penetra profundamente na pele, causando destruição das fibras elásticas e do colágeno, contribuindo para o envelhecimento e favorecendo o aparecimento de rugas.
Curiosidade 1: As lâmpadas fluorescentes são fontes de radiação UV em pequena quantidade, e estima-se que a exposição durante 8 horas, corresponde a 1,2 minutos de exposição solar em um dia claro de verão.
Curiosidade 2: As câmaras de bronzeamento artificial emitem radiação UVA. Quinze a trinta minutos de bronzeamento artificial correspondem à exposição solar recebida durante um dia inteiro na praia.
Se antes o câncer de pele era um assunto quase desconhecido, de tão pouco falado, hoje é um assunto muito abordado. O processo de envelhecimento da pele e o desenvolvimento da doença são cumulativos, ou seja, é resultado de muitas horas de exposição solar sem proteção, ao longo do tempo.
Para evitar estes efeitos indesejáveis, além do clássico chapéu ou boné, é bom se atentar aos óculos escuros, as roupas claras e leves e ao protetor solar, que protege a pele e minimiza os efeitos nocivos dos raios ultravioletas, e, portanto, deve fazer parte dos cuidados diários com a pele.
O mais importante: Não é preciso mudar toda a rotina para se proteger, tudo que você precisa fazer é incluir o hidratante com FPS nos seus cuidados diários e quando for de fato se expor ao sol com mais intensidade, passar um bloqueador solar com fator de proteção mais alto.


